Quem conhece o que escrevo, sabe que em geral meus poemas são bem românticos. Bom, lamento ter que decepcioná-los, mas esse é de um estilo um pouco diferente. Escrito a algumas horas atrás, decidi postá-lo aqui, já que gostei bastante dele (o que é um milagre, considerando que raramente gosto do que escrevo, mesmo amando escrever - um paradoxo?).
Enfim, espero que gostem, e se possível, deixem suas opiniões. Críticas, boas ou más, não importa, são sempre bem vindas.
Serpente
(Mayra Farias da Silva)
Deslizo silenciosamente...
Olho, atenta.
Paciência...
Com lentidão me aproximo
E lhe encaro;
Meus olhos nos teus, hipnotizo-te
E então dançamos juntos.
És minha presa,
Fascinada com minhas escamas, minhas pupilas...
Vejo seu medo, mas não há volta para nenhum de nós.
Enrosco-me em ti
E és meu...
Então unimo-nos e te absorvo
Para depois, satisfeita e languida,
Partir.
Sou uma serpente,
Selvagem e solitária
E apenas eu
Sou dona de mim...
Enfim, espero que gostem, e se possível, deixem suas opiniões. Críticas, boas ou más, não importa, são sempre bem vindas.
Serpente
(Mayra Farias da Silva)
Deslizo silenciosamente...
Olho, atenta.
Paciência...
Com lentidão me aproximo
E lhe encaro;
Meus olhos nos teus, hipnotizo-te
E então dançamos juntos.
És minha presa,
Fascinada com minhas escamas, minhas pupilas...
Vejo seu medo, mas não há volta para nenhum de nós.
Enrosco-me em ti
E és meu...
Então unimo-nos e te absorvo
Para depois, satisfeita e languida,
Partir.
Sou uma serpente,
Selvagem e solitária
E apenas eu
Sou dona de mim...
Um comentário:
Oi May!Td bem?
Gostei da sua última poesia, mto boa!
Me deu um porco de medo...rs.
O final ficou excepcionalmente bom!
Agora, mudando de assunto...
Saudadinhas de vc, p variar!
Bjooos
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