Eu não sou e nunca fui de beber, nunca fiquei bêbada nem tomei um porre em minha vida mas...
...CÉUS!!! COMO ESTOU PRECISANDO DE ALGO ALCOÓLICO NESSE MOMENTO...
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Quando o álcool alivia...
Chega uma hora em que nada parece resolver, como se todos os problemas do mundo estivessem sobre suas costas e o pior, não há solução. Você é obrigado a carregar tudo sozinho, e simplesmente não há como resolver isso.
Acho que a primeira sensação é a de desespero, até você notar que não há nada a se fazer, que nada resolve, não importa o que seja.
Então você se deprime, se sente um inútil e o mundo resolve milagrosamente colaborar com você e sua opinião, mostrando que pela primeira vez na vida você estava certo(e é a melhor fase, por que é nessa hora que as pessoas vão fazer questão de jogar na sua cara todos os seus erros e defeitos, além de aproveitarem pra falar o que realmente pensam de você - isso se não resolverem te ignorar e fingir que você não existe) mas não se anime, não pára por aí.
É nesse momento que você tem raiva de tudo, e aí o mundo volta ao normal e todos dizem que você estava errado e que não entendeu direito.
E você vai carregando isso... [20%]
Carregando... [50%]
Carregando... [90%]
Carregando... [120%]
Opa! sobrecar... BUM!
Pois é... explodiu...
E então você briga com o mundo ou se isola de vez...
Você pode resolver quebrar tudo, ou só ficar no canto com suas mágoas...
Eu resolvi mudar. Não vou mais chorar por causa disso...
Não... eu vou pro bar...
Sei que as mágoas aprendem a nadar, não se esquece esse tipo de coisa assim.
Mas se tiver que escolher, antes me afogar em álcool do que em lágrimas.
Pelo menos o álcool amortece...
Acho que a primeira sensação é a de desespero, até você notar que não há nada a se fazer, que nada resolve, não importa o que seja.
Então você se deprime, se sente um inútil e o mundo resolve milagrosamente colaborar com você e sua opinião, mostrando que pela primeira vez na vida você estava certo(e é a melhor fase, por que é nessa hora que as pessoas vão fazer questão de jogar na sua cara todos os seus erros e defeitos, além de aproveitarem pra falar o que realmente pensam de você - isso se não resolverem te ignorar e fingir que você não existe) mas não se anime, não pára por aí.
É nesse momento que você tem raiva de tudo, e aí o mundo volta ao normal e todos dizem que você estava errado e que não entendeu direito.
E você vai carregando isso... [20%]
Carregando... [50%]
Carregando... [90%]
Carregando... [120%]
Opa! sobrecar... BUM!
Pois é... explodiu...
E então você briga com o mundo ou se isola de vez...
Você pode resolver quebrar tudo, ou só ficar no canto com suas mágoas...
Eu resolvi mudar. Não vou mais chorar por causa disso...
Não... eu vou pro bar...
Sei que as mágoas aprendem a nadar, não se esquece esse tipo de coisa assim.
Mas se tiver que escolher, antes me afogar em álcool do que em lágrimas.
Pelo menos o álcool amortece...
Cansei...
Cansei... sim, cansei...
De quê? Podem perguntar... E eu poderia listar várias e várias coisas...
Mas a verdade que pode resumir tudo é que cansei de ser quem eu sou, e ainda por cima sabendo que minha consciência não me deixa mudar.
Cansei de ser boa moça.
Cansei de ser a garota boazinha e legal que só se ferra.
Cansei de ser julgada pelo que não fiz e devia, pelo que acham que eu deveria ter feito, ou pelo que acham que eu fiz (mesmo que não tenha feito).
Cansei de terem sempre uma imagem de mim, que eu deveria manter...
Cansei de tanto fazerem uma imagem errada de mim.
Cansei de pessoas que acham que me conhecem ou que tem o direito de me condenar pelo que nem ao menos sabem.
Cansei de ser bem comportada e não ganhar nada.
Cansei de ser culpada pelos erros alheios.
Cansei de ter todas as minhas falhas apontadas, como se eu não soubesse de sua existência.
Cansei...
Cansei...
Cansei...
Estou tão cansada...
De quê? Podem perguntar... E eu poderia listar várias e várias coisas...
Mas a verdade que pode resumir tudo é que cansei de ser quem eu sou, e ainda por cima sabendo que minha consciência não me deixa mudar.
Cansei de ser boa moça.
Cansei de ser a garota boazinha e legal que só se ferra.
Cansei de ser julgada pelo que não fiz e devia, pelo que acham que eu deveria ter feito, ou pelo que acham que eu fiz (mesmo que não tenha feito).
Cansei de terem sempre uma imagem de mim, que eu deveria manter...
Cansei de tanto fazerem uma imagem errada de mim.
Cansei de pessoas que acham que me conhecem ou que tem o direito de me condenar pelo que nem ao menos sabem.
Cansei de ser bem comportada e não ganhar nada.
Cansei de ser culpada pelos erros alheios.
Cansei de ter todas as minhas falhas apontadas, como se eu não soubesse de sua existência.
Cansei...
Cansei...
Cansei...
Estou tão cansada...
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Repelente
Aversão física: eu sofro desse mal!
Nem faço de propósito, o que é pior, mas fica parecendo que não quero que cheguem perto de mim. Por quê?
Bem... eu sou tapada! Fato! Confirmado por mais de três pessoas!
Sabe como é... é como dizem: "Se alguém te chamar de burro, não ligue; se duas pessoas te chamarem de burro, pense um pouco; mas se três pessoas te falarem isso, pegue sua carroça e passe a zurrar!".
Bom... pois eu já comecei. Eu admito: sou tapada, travada e afasto as pessoas de mim!
Basta alguém chegar pra falar comigo e eu fico mais dura que uma pedra! Tocar em mim? Quase morro... por sinal, me dá aflição aquelas pessoas que conversam "pegando" em você... brbrbr Vai de retro! Mas tem coisa que é complicada...
Cumprimentar alguém, por exemplo. Não importa se é amigo ou não, acontece que eu fico hiper sem jeito! Não sei se estendo a mão, se dou beijo no rosto... abraço então... sempre solto do abraço antes, e fica parecendo que estou enxotando a pessoa... algo bem chato, por sinal. Sem contar uma coisa: pode não parecer, mas até acho isso legal... Hoje tudo e todos são tão impessoais...
Acho que tudo isso foi trauma, sabe? Por que sempre tem aquelas pessoas chatas que você estende a mão e elas te puxam, literalmente te "agarrando". Isso é péssimo...
Mas talvez seja só minha timidez... sou uma pessoa estranha... quero que fiquem próximos de mim, mas não sei demonstrar isso... tenho minhas crises, óbvio, mas mesmo assim ainda é difícil admitir que preciso de ajuda...
Não sei... raramente peço um abraço a alguém... talvez o medo de que me rejeitem, o medo de parecer fraca, carente ou pegajosa demais, não sei.
Mas se você for me cumprimentar e eu me afastar, não ligue, eu sou assim... um dia ainda pretende mudar.
Só peço duas coisas: não se afaste de mim por isso e...
... Me dá um abraço?
Nem faço de propósito, o que é pior, mas fica parecendo que não quero que cheguem perto de mim. Por quê?
Bem... eu sou tapada! Fato! Confirmado por mais de três pessoas!
Sabe como é... é como dizem: "Se alguém te chamar de burro, não ligue; se duas pessoas te chamarem de burro, pense um pouco; mas se três pessoas te falarem isso, pegue sua carroça e passe a zurrar!".
Bom... pois eu já comecei. Eu admito: sou tapada, travada e afasto as pessoas de mim!
Basta alguém chegar pra falar comigo e eu fico mais dura que uma pedra! Tocar em mim? Quase morro... por sinal, me dá aflição aquelas pessoas que conversam "pegando" em você... brbrbr Vai de retro! Mas tem coisa que é complicada...
Cumprimentar alguém, por exemplo. Não importa se é amigo ou não, acontece que eu fico hiper sem jeito! Não sei se estendo a mão, se dou beijo no rosto... abraço então... sempre solto do abraço antes, e fica parecendo que estou enxotando a pessoa... algo bem chato, por sinal. Sem contar uma coisa: pode não parecer, mas até acho isso legal... Hoje tudo e todos são tão impessoais...
Acho que tudo isso foi trauma, sabe? Por que sempre tem aquelas pessoas chatas que você estende a mão e elas te puxam, literalmente te "agarrando". Isso é péssimo...
Mas talvez seja só minha timidez... sou uma pessoa estranha... quero que fiquem próximos de mim, mas não sei demonstrar isso... tenho minhas crises, óbvio, mas mesmo assim ainda é difícil admitir que preciso de ajuda...
Não sei... raramente peço um abraço a alguém... talvez o medo de que me rejeitem, o medo de parecer fraca, carente ou pegajosa demais, não sei.
Mas se você for me cumprimentar e eu me afastar, não ligue, eu sou assim... um dia ainda pretende mudar.
Só peço duas coisas: não se afaste de mim por isso e...
... Me dá um abraço?
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Serpenteando...
Quem conhece o que escrevo, sabe que em geral meus poemas são bem românticos. Bom, lamento ter que decepcioná-los, mas esse é de um estilo um pouco diferente. Escrito a algumas horas atrás, decidi postá-lo aqui, já que gostei bastante dele (o que é um milagre, considerando que raramente gosto do que escrevo, mesmo amando escrever - um paradoxo?).
Enfim, espero que gostem, e se possível, deixem suas opiniões. Críticas, boas ou más, não importa, são sempre bem vindas.
Serpente
(Mayra Farias da Silva)
Deslizo silenciosamente...
Olho, atenta.
Paciência...
Com lentidão me aproximo
E lhe encaro;
Meus olhos nos teus, hipnotizo-te
E então dançamos juntos.
És minha presa,
Fascinada com minhas escamas, minhas pupilas...
Vejo seu medo, mas não há volta para nenhum de nós.
Enrosco-me em ti
E és meu...
Então unimo-nos e te absorvo
Para depois, satisfeita e languida,
Partir.
Sou uma serpente,
Selvagem e solitária
E apenas eu
Sou dona de mim...
Enfim, espero que gostem, e se possível, deixem suas opiniões. Críticas, boas ou más, não importa, são sempre bem vindas.
Serpente
(Mayra Farias da Silva)
Deslizo silenciosamente...
Olho, atenta.
Paciência...
Com lentidão me aproximo
E lhe encaro;
Meus olhos nos teus, hipnotizo-te
E então dançamos juntos.
És minha presa,
Fascinada com minhas escamas, minhas pupilas...
Vejo seu medo, mas não há volta para nenhum de nós.
Enrosco-me em ti
E és meu...
Então unimo-nos e te absorvo
Para depois, satisfeita e languida,
Partir.
Sou uma serpente,
Selvagem e solitária
E apenas eu
Sou dona de mim...
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Apenas mais uma de amor...
Apenas mais uma de amor
(Composição: Lulu Santos e Nelson Motta)
Eu gosto tanto de você
Que até prefiro esconder
Deixo assim ficar
Subentendido
Como uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor obrigação de acontecer
Eu acho isso tão bonito
De ser abstrato baby
A beleza é mesmo tão fugaz
É uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor pretensão de acontecer
Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então,
A alegria que me dá
Isso vai sem eu dizer
Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
O que eu ganho, o que eu perco
Ninguém precisa saber
Eu gosto tanto de você
Que até prefiro esconder
Deixo assim ficar
Subentendido
Como uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor pretensão de acontecer
Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então,
A alegria que me dá
Isso vai sem eu dizer
Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
E eu vou sobreviver...
O que eu ganho, o que eu perco
Ninguém precisa saber
Acho que o título já diz tudo...
O nome dessa música me inspirou a postar outra poesia, e creio que já adivinharam o tema.
Essa foi uma das minhas primeiras poesias, espero que gostem! ^^
Queria
(Mayra Farias da Silva)
Queria ser a brisa que te refresca
E está sempre o teu rosto a acariciar.
Queria ser a água que mata tua sede
E, como ela, teus desejos saciar.
Queria ser o alimento que nutre teu corpo,
A força que te impulsiona a andar.
Queria ser para ti a mais bela música
E palavras doces ao teu ouvido sussurrar.
Queria ser a rede onde deitas
Para que teu sono pudesse embalar,
Levando-te ao mundo dos sonhos
Para que ali, enfim, viesses a me encontrar.
(Composição: Lulu Santos e Nelson Motta)
Eu gosto tanto de você
Que até prefiro esconder
Deixo assim ficar
Subentendido
Como uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor obrigação de acontecer
Eu acho isso tão bonito
De ser abstrato baby
A beleza é mesmo tão fugaz
É uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor pretensão de acontecer
Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então,
A alegria que me dá
Isso vai sem eu dizer
Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
O que eu ganho, o que eu perco
Ninguém precisa saber
Eu gosto tanto de você
Que até prefiro esconder
Deixo assim ficar
Subentendido
Como uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor pretensão de acontecer
Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então,
A alegria que me dá
Isso vai sem eu dizer
Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
E eu vou sobreviver...
O que eu ganho, o que eu perco
Ninguém precisa saber
Acho que o título já diz tudo...
O nome dessa música me inspirou a postar outra poesia, e creio que já adivinharam o tema.
Essa foi uma das minhas primeiras poesias, espero que gostem! ^^
Queria
(Mayra Farias da Silva)
Queria ser a brisa que te refresca
E está sempre o teu rosto a acariciar.
Queria ser a água que mata tua sede
E, como ela, teus desejos saciar.
Queria ser o alimento que nutre teu corpo,
A força que te impulsiona a andar.
Queria ser para ti a mais bela música
E palavras doces ao teu ouvido sussurrar.
Queria ser a rede onde deitas
Para que teu sono pudesse embalar,
Levando-te ao mundo dos sonhos
Para que ali, enfim, viesses a me encontrar.
Apenas pensando...
Porque tem a ver com o blog... e porque um pouco de arte e cultura nunca fez mal a ninguém...
O Pensador (francês: Le Penseur) é uma das mais famosas esculturas de bronze do escultor francês Auguste Rodin.
Retrata um homem em meditação soberba, lutando com uma poderosa força interna. Originalmente chamado de O Poeta, a peça era parte de uma comissão do Museu de Arte Decorativa em Paris para criar um portal monumental baseada na Divina Comédia, de Dante Alighieri. Cada uma das estátuas na peça representavam um dos personagens principais do poema épico. O Pensador originalmente procurava retratar Dante em frente dos Portões do Inferno, ponderando seu grande poema. A escultura está nua porque Rodin queria uma figura heróica à la Michelangelo para representar o pensamento assim como a poesia.
Rodin fez sua primeira versão por volta de 1880.
A primeira estátua (O Pensador) em escala maior foi terminada em 1902, mas não foi apresentada ao público até 1904. Tornou-se propriedade da cidade de Paris graças a uma contribuição organizada pelos admiradores de Rodin e foi colocada em frente do Panteão em 1906. Em 1922, contudo, foi levada para o Hotel Biron, transformado no Museu Rodin. Mais de vinte cópias da escultura estão em museus em volta do mundo. Algumas destas cópias são versões ampliadas da obra original assim como as esculturas de diferentes proporções.
Auguste Rodin (Paris, 12 de novembro de 1840 — Meudon, 17 de novembro de 1917) foi um escultor francês.
Nascido François-Auguste-René Rodin, as primeiras esculturas de Rodin foram feitas na cozinha de sua mãe, com massa que ela usava para fazer pão. Aos 14 anos, aquele que seria um dos escultores mais geniais da história da arte, já tinha aulas numa pequena academia. Em pouco tempo era aceito na Escola de Artes Decorativas, sob a orientação de Boisbaudran e de Barye. Ingressou depois na Academia de Belas-Artes, onde conheceu os escultores Carpeaux e Dalou. Trabalhou inicialmente como ornamentista, modelador, prático e cinzelador.
A exemplo do que tantas vezes aconteceu com os grandes artistas, a primeira obra de Rodin, O Homem de Nariz Quebrado (1864), não foi aceita no Salon de Paris. A justificativa do júri foi que a obra era um esboço, uma coisa inacabada. Paradoxalmente, toda a criação do escultor se basearia no conceito de "non finito". No ano de 1875, Rodin conheceu Meunier e realizou uma viagem à Itália, de importância fundamental para sua futura estatuária. Lá se interessou principalmente pela obra de Michelangelo, mais precisamente pela escultura O Prisioneiro, que o mestre deixou inacabada, influência esta que o libertou do academicismo. Na sua volta, o escultor visitou e estudou as catedrais góticas. Em pouco tempo criou seu famoso São João Batista Pregando (1878).
Na contemplação de fragmentos de esculturas clássicas, Rodin compreendeu até que ponto uma parte da obra era capaz de representar o todo dela. Assim, começou fazendo obras cerceadas, por assim dizer, algo que ninguém jamais havia tentado. Exemplo disso são O Homem que Caminha e Torso. No entanto, esses fragmentos de obras não eram produto de um capricho artístico. Na obra A Mão de Deus, há uma ambivalência de significados: a mão divina é na realidade a de um escultor em plena atividade. E foi exatamente o que Rodin tentou plasmar ao longo de toda a sua obra: o momento da criação. É por esse motivo que ele pode ser considerado um verdadeiro impressionista.
Sobre os Burgueses de Calais nos jardins da torre de Victoria, Londres, não foram permitidas sob a lei francesa mais de doze cópias desta obra após a morte de Rodin . A cópia de Londres, comprada pelo governo britânico em 1911, é uma delas. Rodin duplicava frequentemente as suas estátuas. No caso dos Burgueses de Calais duas das cabeças do grupo escultórico são idênticas e um terceira ligeiramente alterada. Algumas das mãos são também usadas duas vezes.
Suas obras mais célebres, O Beijo, que faz parte de uma série de esculturas realizadas para a Porta do Inferno, do Museu de Artes Decorativas, O Pensador, da mesma série, e o retrato de Balzac confirmam isso. Tem hoje um museu em Paris dedicado as suas
obras e vida (o Museu Rodin), situado no Hôtel Biron, ao lado do Hôtel des Invalides, túmulo de Napoleão.
Rodin teve uma assistente de nome Camille Claudel que também foi escultora e sua amante. Os seus trabalhos são muitas vezes confundidos como de Rodin conjecturando-se este facto.
Rodin conquistou fama em vida, e suas obras chegaram a ser as mais apreciadas no mercado de arte europeu e americano. Hoje em dia encontram-se nos museus mais importantes do mundo.
Fonte: wikipédia
O Pensador (francês: Le Penseur) é uma das mais famosas esculturas de bronze do escultor francês Auguste Rodin. Retrata um homem em meditação soberba, lutando com uma poderosa força interna. Originalmente chamado de O Poeta, a peça era parte de uma comissão do Museu de Arte Decorativa em Paris para criar um portal monumental baseada na Divina Comédia, de Dante Alighieri. Cada uma das estátuas na peça representavam um dos personagens principais do poema épico. O Pensador originalmente procurava retratar Dante em frente dos Portões do Inferno, ponderando seu grande poema. A escultura está nua porque Rodin queria uma figura heróica à la Michelangelo para representar o pensamento assim como a poesia.
Rodin fez sua primeira versão por volta de 1880.
A primeira estátua (O Pensador) em escala maior foi terminada em 1902, mas não foi apresentada ao público até 1904. Tornou-se propriedade da cidade de Paris graças a uma contribuição organizada pelos admiradores de Rodin e foi colocada em frente do Panteão em 1906. Em 1922, contudo, foi levada para o Hotel Biron, transformado no Museu Rodin. Mais de vinte cópias da escultura estão em museus em volta do mundo. Algumas destas cópias são versões ampliadas da obra original assim como as esculturas de diferentes proporções.
Auguste Rodin (Paris, 12 de novembro de 1840 — Meudon, 17 de novembro de 1917) foi um escultor francês.
Nascido François-Auguste-René Rodin, as primeiras esculturas de Rodin foram feitas na cozinha de sua mãe, com massa que ela usava para fazer pão. Aos 14 anos, aquele que seria um dos escultores mais geniais da história da arte, já tinha aulas numa pequena academia. Em pouco tempo era aceito na Escola de Artes Decorativas, sob a orientação de Boisbaudran e de Barye. Ingressou depois na Academia de Belas-Artes, onde conheceu os escultores Carpeaux e Dalou. Trabalhou inicialmente como ornamentista, modelador, prático e cinzelador.
A exemplo do que tantas vezes aconteceu com os grandes artistas, a primeira obra de Rodin, O Homem de Nariz Quebrado (1864), não foi aceita no Salon de Paris. A justificativa do júri foi que a obra era um esboço, uma coisa inacabada. Paradoxalmente, toda a criação do escultor se basearia no conceito de "non finito". No ano de 1875, Rodin conheceu Meunier e realizou uma viagem à Itália, de importância fundamental para sua futura estatuária. Lá se interessou principalmente pela obra de Michelangelo, mais precisamente pela escultura O Prisioneiro, que o mestre deixou inacabada, influência esta que o libertou do academicismo. Na sua volta, o escultor visitou e estudou as catedrais góticas. Em pouco tempo criou seu famoso São João Batista Pregando (1878).
Na contemplação de fragmentos de esculturas clássicas, Rodin compreendeu até que ponto uma parte da obra era capaz de representar o todo dela. Assim, começou fazendo obras cerceadas, por assim dizer, algo que ninguém jamais havia tentado. Exemplo disso são O Homem que Caminha e Torso. No entanto, esses fragmentos de obras não eram produto de um capricho artístico. Na obra A Mão de Deus, há uma ambivalência de significados: a mão divina é na realidade a de um escultor em plena atividade. E foi exatamente o que Rodin tentou plasmar ao longo de toda a sua obra: o momento da criação. É por esse motivo que ele pode ser considerado um verdadeiro impressionista.
Sobre os Burgueses de Calais nos jardins da torre de Victoria, Londres, não foram permitidas sob a lei francesa mais de doze cópias desta obra após a morte de Rodin . A cópia de Londres, comprada pelo governo britânico em 1911, é uma delas. Rodin duplicava frequentemente as suas estátuas. No caso dos Burgueses de Calais duas das cabeças do grupo escultórico são idênticas e um terceira ligeiramente alterada. Algumas das mãos são também usadas duas vezes.
Suas obras mais célebres, O Beijo, que faz parte de uma série de esculturas realizadas para a Porta do Inferno, do Museu de Artes Decorativas, O Pensador, da mesma série, e o retrato de Balzac confirmam isso. Tem hoje um museu em Paris dedicado as suas
obras e vida (o Museu Rodin), situado no Hôtel Biron, ao lado do Hôtel des Invalides, túmulo de Napoleão.Rodin teve uma assistente de nome Camille Claudel que também foi escultora e sua amante. Os seus trabalhos são muitas vezes confundidos como de Rodin conjecturando-se este facto.
Rodin conquistou fama em vida, e suas obras chegaram a ser as mais apreciadas no mercado de arte europeu e americano. Hoje em dia encontram-se nos museus mais importantes do mundo.
Fonte: wikipédia
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